Por certo já ouviram falar de pessoas que desaparecem em lojas chinesas.
Em seringas infectadas que vão ao cinema, só para se espetarem nas nádegas de um pobre espectador que fica automaticamente condenado à morte.
Em garrafas de cerveja usadas em festas como recipientes para drogas que adormecem quem bebe, só as deixando acordar quando já lhes tiverem tirado um rim e a falangeta do indicador da mão direita.
Na mulher que foi parar ao hospital com um chip no estômago, depois de ter comido Pato Pequim, ou na mulher que, em Inglaterra, morreu trespassada por uma lança de urina congelada que tinha sido libertada por um avião.
No entanto, aposto que nunca ouviram falar do "cu-cu" que se houve após terem sido cantados... os parabéns. Claro que há certas condições que têm que conjugar-se para tal ser possível, nomeadamente serem colocadas 3 velas no bolo, sendo uma delas de cor diferente.
Isso aconteceu-me há dois dias, após termos cantado os parabéns à Cata. E não fui o único a ouvir, pois a partir desse momento eu, a minha mulher, Tânia, e o Adriano (na posse de todas as suas faculdades), perguntámos a todos os outros "cantores de parabéns" se tinham ouvido, ou mesmo feito, o "cu-cu".
Nada.
Ninguém ouviu.
Ninguém cucou.
Nós ouvimos.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário